Bastidores revelam decisões polêmicas envolvendo a homenagem a Luiz Inácio Lula da Silva e colocam o carnavalesco Tiago Martins no centro das críticas.
Por LÉO DE TOPÓ
O Carnaval é conhecido por sua grandiosidade, brilho, emoção e, às vezes, por aquele improviso criativo que dá errado com uma elegância quase poética. Mas o desfile em homenagem a Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu elevar o conceito de “deu ruim” a um novo patamar artístico, digno de estudo acadêmico.
E como toda obra marcante, surge a pergunta que não quer calar: quem foi o responsável por esse espetáculo de emoções… controversas?
O nome por trás da “obra”
Segundo comentários que circulam nos bastidores do samba, o responsável pelo conjunto de decisões que resultaram no desfile foi Tiago Martins, um jovem carnavalesco que, apesar da coragem admirável, aparentemente recebeu uma missão do tamanho de um carro alegórico sem ainda ter a estrutura de um barracão inteiro para sustentar. A escolha gerou aquela sensação familiar: alguém claramente gritou “vai dar certo!”, sem explicar exatamente como.

Currículo que já dava sinais
Para quem acompanha Carnaval, o nome não é totalmente novidade. Tiago Martins também foi responsável pela homenagem ao humorista Paulo Gustavo na São Clemente, escola que acabou rebaixada em 2022 e, desde então, segue tentando voltar à elite do samba.
Quem teve a ideia?
Mas a pergunta mais profunda talvez seja outra: quem decidiu que um enredo de proporções gigantescas, com a robustez e responsabilidade de uma homenagem desse porte, deveria ser entregue como um verdadeiro “desafio nível hard”?
Porque, convenhamos, não basta ter samba no pé, é preciso ter estrutura, equipe, planejamento e, se possível, alguns milagres extras.
O desfile que virou meme
Entre alegorias questionáveis, execução irregular e decisões criativas que deixaram o público tentando entender o conceito (e às vezes até localizar o conceito), o desfile rapidamente virou assunto nas redes sociais, onde o humor do brasileiro transformou o episódio em entretenimento instantâneo. No fim das contas, se a intenção era gerar repercussão, o objetivo foi alcançado com louvor.
Conclusão: Carnaval também é aprendizado
O episódio deixa uma lição importante para o mundo do samba: ousadia é essencial, mas talvez seja prudente verificar antes se o paraquedas está funcionando.
Enquanto isso, o público segue aguardando os próximos capítulos, e torcendo para que, no próximo desfile, o espetáculo seja lembrado pelo brilho… e não pelo susto.
